Durante as minhas "férias" visitei um museu que desconhecia: Museu da Música Portuguesa em Cascais.
Este ano também já visitei o Museu da Música situado na estação de Metro do Alto dos Moinhos. Achei a colecção do Museu da Música Portuguesa mais interessante. Achei o espaço lindíssimo, um palacete com um claustro e igreja. Apesar de ter apenas um andar dedicado há música tem algumas salas em que não utilizamos apenas um dos 5 sentidos, mas dois. Sendo este museu criado por Michell Giacometti e Fernando Lopes Graça, tendo o primeiro realizado uma recolha de música intensiva por várias localidades de Portugal, somos brindados por head phones e músicas populares algarvias e transmontanas. Depois vê-se aqueles instrumentos de sopro e outros muito particulares, artesanais e com cores desgastadas mas que têm uma história garrida.
O museu da Música em Lisboa penso que tem uma colecção mais extensa, mas falta a ligação com a música, devia ter o nome de Museu dos Instrumentos Musicais, tem ao contrário do outro algumas pinturas onde se podem ver anjos tocando instrumentos. Para pena minha tem um enorme quadro de Malhoa "escondido" numa parede sem iluminação a 3 metros de altura não estando no nosso raio de visão à primeira vista, passando despercebido a muitos.
Tenho apenas duas coisas a dizer do Museu de Cascais: faltam algumas legendas nos instrumentos, e tendo eu visitado o museu com uma pessoa ligada à música foi-me chamado a atenção o suporte dos instrumentos de corda, que conforme estavam expostos poderiam danificar a sua forma.
Se tiver que escolher entre os dois museus ... sem dúvida que a colecção de Michell Giacometti seria a minha escolha.
Blog de ex-alunos do curso de História Moderna e Contemporânea, no ISCTE - gente simpática, conversadora, brincalhona e, acima de tudo, muito bonita.
quinta-feira, setembro 17, 2009
Post de 13 de Setembro trancado
Informo os visitantes e membros deste blog que o tópico sobre arroz doce foi trancado, não podendo ser comentado. Tomei esta medida pelos comentários serem apenas dirigidos a mim (desconsiderando-me) e não à temática do post.
Continuemos o rumo deste blog que nasceu em 2006... e faz História!
Continuemos o rumo deste blog que nasceu em 2006... e faz História!
Monsanto: A aldeia mais portuguesa de Portugal
Dia 5 de Setembro lá fui eu mais o meu Téminho para Idanha-a-Nova.
Eram apenas dois dias de férias, mas esperava goza-los bem, até porque não conhecia minimamente esta vila. Até pensei ver nos arredores mais verdinho, desilusão minha porque passei lá um calor tórrido e sombras quase nem vê-las.
Assim, no sábado passeei por Idanha a Nova e conheci a fábrica da bebida portuguesa mais famosa do século XX, é isso mesmo, vi a fábrica dos Pirulitos 8actualmente restaurante Helana)!

Fui até ao castelo onde encontrei uma espécie de pelourinho, lindíssimo, foi mesmo " a cereja no topo do bolo" como dizia muitas vezes o prof. de Antropologia. Se repararem na fotografia do castelo podem ver uma espécie de coluna com a cruz. Então de um lado da coluna tinha escrito:
do outro e pela mesma ordem:
Genial!

No Domingo rumámos a algumas aldeias dos arredores: Alcafozes, Idanha-a-Velha e Monsanto.
A primeira aldeia pouco tinha para ver, passeámos de carro e fomos ver um monumento dedicado a uma santinha padroeira da aviação: Nossa Senhora do Loreto.
Idanha-a-Velha era muito bonita, mesmo ao meu género: cheia de canteirozinhos, vasos e flores de todas as cores. Apesar do senhor Calor, percorremos todos os pontos de interesse: a torre dos Templários, igrejas, pelourinho, ruínas romanas, forno comunitário...O primeiro monumento foi difícil de encontrar, apesar de estarmos sempre a vê-lo íamos dar sempre a ruas sem saída :P Ah! outra coisa que faltou ver foi o lagar, que fechou na hora de almoço, fica para uma próxima visita.
E estava a chegar mesmo o FIM de semana, mas não desanimávamos por isso. Estava ansiosa por conhecer "a aldeia mais portuguesa de Portugal", concurso realizado em 1938 pelo Secretariado de Propaganda Nacional. O meu namorado só dizia: "isto é só pedras! são todas iguais!", mas acho que era o calor que estava a fazê-lo desistir da caminhada que fizémos pela parte mais velha da aldeia. Até estava um pouco incomodada com a transpiração, a sede que tinha, o calor...mas já que estávamos ali não podíamos deixar de ver tudo, e assim fizemos. Andámos pelas ruelas de Monsanto, vimos as casinhas de pedra, os canteirozinhos, tudo tão singular e estratégica mas ingenuamente colocado.


A beleza de Monsanto encantou-me, não fossem os poucos carros estacionados poderia dizer que tinha recuado no tempo, por ver as velhotas sentadas nas escadas a fazerem bonecas de trapo. Havia lá muitos turistas e muita agitação, afinal era a festa da aldeia e como não perdemos uma oportunidade de dançar fomos até ao largo da festa, esperámos pela música e ainda ouvimos mas não foi no palco, apenas uma iniciativa de uns senhores, soube bem à mesma mas não dancei.
Eram quase 18horas e até já tínhamos provado o arroz doce e as papas de carolo, sobremesas típicas da região, eram horas de regressar a casa. Fomos para o carro e ao som da rádio Monsanto, que nos fez companhia ao longo de alguns quilómetros, íamos ouvindo música portuguesa dos anos 60.
A viagem fez-se bem num fim de semana, apesar de eu puxar mais para o lado cultural e paisagístico. É uma zona do país com bastante interesse geológico mas não explorei essa vertente, o tempo era escasso e esse típo de coisas são vistas em caminhadas de poucos quilómetros. Penso que Penha Garcia será o local ideal para ver fosseis, pedras disto e daquilo.
Aconselho este passeio mas talvez na Primavera, época em que as flores estão bonitas e viçosas e o calor não aperta tanto.
Para mim uma boa escolha António Ferro ;) continua a aldeia mais portuguesa de Portugal
Eram apenas dois dias de férias, mas esperava goza-los bem, até porque não conhecia minimamente esta vila. Até pensei ver nos arredores mais verdinho, desilusão minha porque passei lá um calor tórrido e sombras quase nem vê-las.
Assim, no sábado passeei por Idanha a Nova e conheci a fábrica da bebida portuguesa mais famosa do século XX, é isso mesmo, vi a fábrica dos Pirulitos 8actualmente restaurante Helana)!
Fui até ao castelo onde encontrei uma espécie de pelourinho, lindíssimo, foi mesmo " a cereja no topo do bolo" como dizia muitas vezes o prof. de Antropologia. Se repararem na fotografia do castelo podem ver uma espécie de coluna com a cruz. Então de um lado da coluna tinha escrito:
Fundação
Restauração
Ascensão
Restauração
Ascensão
do outro e pela mesma ordem:
1140
1640
1940
1640
1940
Genial!
No Domingo rumámos a algumas aldeias dos arredores: Alcafozes, Idanha-a-Velha e Monsanto.
A primeira aldeia pouco tinha para ver, passeámos de carro e fomos ver um monumento dedicado a uma santinha padroeira da aviação: Nossa Senhora do Loreto.
Idanha-a-Velha era muito bonita, mesmo ao meu género: cheia de canteirozinhos, vasos e flores de todas as cores. Apesar do senhor Calor, percorremos todos os pontos de interesse: a torre dos Templários, igrejas, pelourinho, ruínas romanas, forno comunitário...O primeiro monumento foi difícil de encontrar, apesar de estarmos sempre a vê-lo íamos dar sempre a ruas sem saída :P Ah! outra coisa que faltou ver foi o lagar, que fechou na hora de almoço, fica para uma próxima visita.
A beleza de Monsanto encantou-me, não fossem os poucos carros estacionados poderia dizer que tinha recuado no tempo, por ver as velhotas sentadas nas escadas a fazerem bonecas de trapo. Havia lá muitos turistas e muita agitação, afinal era a festa da aldeia e como não perdemos uma oportunidade de dançar fomos até ao largo da festa, esperámos pela música e ainda ouvimos mas não foi no palco, apenas uma iniciativa de uns senhores, soube bem à mesma mas não dancei.
Eram quase 18horas e até já tínhamos provado o arroz doce e as papas de carolo, sobremesas típicas da região, eram horas de regressar a casa. Fomos para o carro e ao som da rádio Monsanto, que nos fez companhia ao longo de alguns quilómetros, íamos ouvindo música portuguesa dos anos 60.
A viagem fez-se bem num fim de semana, apesar de eu puxar mais para o lado cultural e paisagístico. É uma zona do país com bastante interesse geológico mas não explorei essa vertente, o tempo era escasso e esse típo de coisas são vistas em caminhadas de poucos quilómetros. Penso que Penha Garcia será o local ideal para ver fosseis, pedras disto e daquilo.
Aconselho este passeio mas talvez na Primavera, época em que as flores estão bonitas e viçosas e o calor não aperta tanto.
Para mim uma boa escolha António Ferro ;) continua a aldeia mais portuguesa de Portugal
domingo, setembro 13, 2009
Festa do arroz doce em Paúl (Torres Vedras)
Sou louca por arroz doce e tive conhecimento de uma Festa/Feira..não sei.
Decidi ir lá, meia contrariada por ser realizada em Torres Vedras, uma das piores terras de Portugal a seguir a Setúbal (com certeza que digo isto com o maior apoio por parte do Fred).
Assim lá fui ao dito evento. Que desilusão!
Primeiro informações contraditórias, um organizador disse que pagava-se cada taça de arroz doce, depois de comermos podíamos ou levar as taças para casa, ou devolve-las e ai seria-nos entregue o custo da taça de barro.
Ali estava eu naquele espaço minúsculo a olhar para um recinto de tourada a ser montado, mas com muita pouca segurança. Este foi um dos muitos aspectos que me desiludiu, não gosto de touradas, enfim...
Quando ia provar a primeira taça, aparece-me um vendedor e como costumo dizer: "vendedor de meia tigela", realmente era o que parecia! Um miúdo com uns 9 anos encarregue das barraquinhas, acompanhado por outro da mesma idade, e uma jovem com 14 anos (+/-), na palheta um adulto, que posteriormente chamamos para esclarecer a situação, visto que não me parecia que um miúdo conseguisse responder ás questões e me pudesse fazer trocos, será que ele sabe o valor das moedas?
Então cada taça era a 1,50€, caríssima! Um autentico negócio de taças de barro, já que custava mais a taça que propriamente o arroz doce, que nunca leva ingredientes especiais (leite, açúcar, arroz.
Visto que era um concurso faria sentido provarmos muitos, mas pagando as taças aquele preço, ficaria um "festa de arroz doce " muito cara.
Faria (aii esta palavra persegue-me) mais sentido pagar um valor de entrada e comer arroz doce até cair para o lado. Pagar 1 taça e mandar-mos enche-la nas barraquinhas que quiséssemos que não eram muitas (apenas 10, e só havia arroz doce normal e arroz doce de chocolate).
Decidi ir lá, meia contrariada por ser realizada em Torres Vedras, uma das piores terras de Portugal a seguir a Setúbal (com certeza que digo isto com o maior apoio por parte do Fred).
Assim lá fui ao dito evento. Que desilusão!
Primeiro informações contraditórias, um organizador disse que pagava-se cada taça de arroz doce, depois de comermos podíamos ou levar as taças para casa, ou devolve-las e ai seria-nos entregue o custo da taça de barro.
Ali estava eu naquele espaço minúsculo a olhar para um recinto de tourada a ser montado, mas com muita pouca segurança. Este foi um dos muitos aspectos que me desiludiu, não gosto de touradas, enfim...
Quando ia provar a primeira taça, aparece-me um vendedor e como costumo dizer: "vendedor de meia tigela", realmente era o que parecia! Um miúdo com uns 9 anos encarregue das barraquinhas, acompanhado por outro da mesma idade, e uma jovem com 14 anos (+/-), na palheta um adulto, que posteriormente chamamos para esclarecer a situação, visto que não me parecia que um miúdo conseguisse responder ás questões e me pudesse fazer trocos, será que ele sabe o valor das moedas?
Então cada taça era a 1,50€, caríssima! Um autentico negócio de taças de barro, já que custava mais a taça que propriamente o arroz doce, que nunca leva ingredientes especiais (leite, açúcar, arroz.
Visto que era um concurso faria sentido provarmos muitos, mas pagando as taças aquele preço, ficaria um "festa de arroz doce " muito cara.
Faria (aii esta palavra persegue-me) mais sentido pagar um valor de entrada e comer arroz doce até cair para o lado. Pagar 1 taça e mandar-mos enche-la nas barraquinhas que quiséssemos que não eram muitas (apenas 10, e só havia arroz doce normal e arroz doce de chocolate).
Sai rapidamente da festa e rumei ao Convento de Mafra (que por azar estava fechado).
Estou aqui portanto com o objectivo de reclamar e difamar a dita "festa do arroz doce" que me soube a "arroz amargo".
sexta-feira, agosto 14, 2009
O fim
This is the end
you gentle friend
This is the end
My only friend, the end
Of our elaborate plans, the end
Of everything that stands, the end
No safety or surprise, the end
I’ll never look into your eyes
Again
Can you picture what we’ll be,
So limitless and free?
Desperately in need
Of some stranger’s hand
In a desperate land
Lost in a Roman
Wilderness of pain
And all the children are insane
All the children are insane
Waiting for the summer rain, yeah
There’s danger on the edge of town
Ride the king’s highway
Weird scenes inside the goldmine
Ride the highway west, baby
Ride the snake
To the lake
The ancient lake, baby
The snake he’s long
Seven miles
Ride the snake
He’s old
And his skin is cold
The west is the best
Get here, and we’ll do the rest
Da blue bus is calling us
The blue bus is calling us
Driver where you takin’ us?
The killer awoke before dawn
He put his boots on
He took a face from the ancient gallery and he
Walked on down the hall
And he went into the room where his sister lived
And… then he… paid a visit to his brother, and then he…
He walked on down the hall, yeah
And he came to a door
And he looked inside
Father?
“Yes son?”
I want to kill you…
Mother? I want to… fuck you all night yeah,
Come on, yeah
Come on baby, take a chance with us
Come on baby, take a chance with us and
Meet me at the back of the blue bus
Doin’ a blue rock
On the blue bus
Doin’ a blue rock
Come on, yeah
Fuck, fuck yeah
Fuck, fuck, fuck fuck fuck yeah
Come on baby,
Fuck me baby, fuck yeah
Hey, fuck fuck
Fuck… yeah
Fuck me, yeah
Come on baby, fuck me baby
Fuck fuck, whoah, whoah yeah
Yeah, fuck yeah,
Come on, huh huh huh yeah,
All right…
Kill… kill… kill… kill… kill… kill… kill
This is the end
you gentle friend
This is the end
My only friend, the end
It hurts to set you free
But you’ll never follow me
The end of laughter
And soft lies
The end of nights we tried to die
This is the end
«The End» - The Doors
terça-feira, julho 21, 2009
Já viram que em Espanha todos falam como nos filmes porno?
Bom, porque já não escrevia aqui há algum tempo, vou escrever as melhores piadas que inventei nos últimos tempos:
1) Como reconheces um pirata da net? Tem um olho de LCD, não tem mão direita e, em vez de um gancho, tem uma entrada usb. Normalmente encontramos o pirata da net a cantar: "99 bottles of beer on the wall...paper; 98 bottles of beer on the wall...paper; 97 bottles of beer on the wall...paper; (...)"
2) O meu cão chama-se Kenny. Quando se candidatar a Presidente da República (ou do Mundo) o slogan da campanha será: «Yes we Kenny»
mais...
3) Vou espalhar o boato que o Cristiano Ronaldo apanhou Gripe A quando foi ao BPN. Notícia do ano, certo?
4) AAAAAAAAAAAATCHOINC
5) O Cissokho não soube agarrar a oportunidade no Milan com unhas e dentes
A minha favorita é a seguinte:
6) Imaginem isto: o nº 8 oferece um murro ao nº 2. Responde o nº 2: "Olha que vou chamar o 11 que é meu primo."*
7) Cliquem AQUI para conhecerem o primeiro município do país com dois CD's no seu brazão.
8) Agora que se comemoram os 40 anos do homem na Lua, aqui fica o video dos primeiros portugueses a pisarem solo lunar.
9) No Alentejo não se apanha a "vulgar" gripe suína. Nah, nah! Lá apanha-se a Gripe de Porco Preto - muito mais gostosa.
10) Sempre que entrarem no BES (Banco Espírito Santo) façam aquilo com os dedos e digam: "Em nome do pai, do filho e do Espírito Santo"
11) Em Portugal todos somos engenheiros. Basta um feriado a meio da semana e fazemos logo uma ponte.
* - Nota: Para quem não percebeu, dê uma olhadela à matéria da disciplina de matemática do 5º/6º ano (números primos).
Por fim, desejo a todos tudo de bom. Um Natal descansado e uma Primavera feliz.
Quem corre por gosto nunca se cansa.
1) Como reconheces um pirata da net? Tem um olho de LCD, não tem mão direita e, em vez de um gancho, tem uma entrada usb. Normalmente encontramos o pirata da net a cantar: "99 bottles of beer on the wall...paper; 98 bottles of beer on the wall...paper; 97 bottles of beer on the wall...paper; (...)"
2) O meu cão chama-se Kenny. Quando se candidatar a Presidente da República (ou do Mundo) o slogan da campanha será: «Yes we Kenny»
mais...
3) Vou espalhar o boato que o Cristiano Ronaldo apanhou Gripe A quando foi ao BPN. Notícia do ano, certo?
4) AAAAAAAAAAAATCHOINC
5) O Cissokho não soube agarrar a oportunidade no Milan com unhas e dentes
A minha favorita é a seguinte:
6) Imaginem isto: o nº 8 oferece um murro ao nº 2. Responde o nº 2: "Olha que vou chamar o 11 que é meu primo."*
7) Cliquem AQUI para conhecerem o primeiro município do país com dois CD's no seu brazão.
8) Agora que se comemoram os 40 anos do homem na Lua, aqui fica o video dos primeiros portugueses a pisarem solo lunar.
9) No Alentejo não se apanha a "vulgar" gripe suína. Nah, nah! Lá apanha-se a Gripe de Porco Preto - muito mais gostosa.
10) Sempre que entrarem no BES (Banco Espírito Santo) façam aquilo com os dedos e digam: "Em nome do pai, do filho e do Espírito Santo"
11) Em Portugal todos somos engenheiros. Basta um feriado a meio da semana e fazemos logo uma ponte.
* - Nota: Para quem não percebeu, dê uma olhadela à matéria da disciplina de matemática do 5º/6º ano (números primos).
Por fim, desejo a todos tudo de bom. Um Natal descansado e uma Primavera feliz.
Quem corre por gosto nunca se cansa.
segunda-feira, julho 20, 2009
quarta-feira, julho 15, 2009
Como evitar a Gripe A?
A resposta é simples:
lavar bem as mãos. Deixo aqui um videozinho:
http://www.youtube.com/watch?v=jewqHBUUbeI&feature=channel
Eu costumo lavar as mãos durante uns valentes segundos (15) depois fecho a torneira com um papel. Abro as maçanetas das casas de banho públicas com o mesmo toalhete e voilá!
Mais conselhos:
ah e...cuidado com os porcos da índia e com os porcos espinhos!
lavar bem as mãos. Deixo aqui um videozinho:
http://www.youtube.com/watch?v=jewqHBUUbeI&feature=channel
Eu costumo lavar as mãos durante uns valentes segundos (15) depois fecho a torneira com um papel. Abro as maçanetas das casas de banho públicas com o mesmo toalhete e voilá!
Mais conselhos:
- Evitar roer unhas;
- Tirar os macacos do nariz (respira-se as bactérias);
- Comer de seguida os ditos (macacos do nariz) que contêm bichinhos da gripe, pois se não se respira, ingere-se, vai dar ao mesmo);
- Beber água das pocilgas;
- Dar beijinhos a porcos (sejam animais ou pessoas);
- As cuecas após serem lavadas devem ser passadas a ferro, vá-se lá saber se os porcos passaram a gripe ás aves ou aos insectos e estes não espirraram para as vossas cuecas quando estavam estendidas na varanda;
- Se alguém ao pé de si espirrar, telefone para a ASAE, eles decerto tomarão medidas e intervirão mesmo não estando dentro da sua área de intervenção;
- se estiverem contaminados por favor não se aproximem de porcos, pois poderão passar-lhes este vírus.
ah e...cuidado com os porcos da índia e com os porcos espinhos!
sábado, junho 20, 2009
sexta-feira, junho 19, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
"E o povo? Quer dinheiro para comprar um carro novo!"
Ora, recentemente chegou-me a informação de um site que nos ajuda a perceber a nossa inclinação partidária (??). O site chama-se EU Profiler. Decidi fazer os testes e não posso deixar de achar que fiquei surpreendido pelos resultados.
Deixo aqui os meus resultados e desafio-vos a fazer o mesmo.
Assim, em Portugal, 81,6% das minhas posições são iguais/semelhantes às do MPT: é o partido português do qual estou mais próximo.
Os seguintes são: Partido Humanista 79,2%; PS 75,9%; CDU 69,8%; BE 69,4%.
Relativamente ao geral, ou seja, todos os partidos da União Europeia, o partido que estou mais próximo é o PP, aka, PiratPartiet. 91,7% das minhas posições são iguais/semelhantes ao do Partido Pirata Sueco! ehehehe que fixe, um dia vou ser amigo de piratas. Será que estes piratas também labutam ao largo da Somália? Ai o proletariado pah.
Deixo aqui os meus resultados e desafio-vos a fazer o mesmo.
Assim, em Portugal, 81,6% das minhas posições são iguais/semelhantes às do MPT: é o partido português do qual estou mais próximo.
Os seguintes são: Partido Humanista 79,2%; PS 75,9%; CDU 69,8%; BE 69,4%.
Relativamente ao geral, ou seja, todos os partidos da União Europeia, o partido que estou mais próximo é o PP, aka, PiratPartiet. 91,7% das minhas posições são iguais/semelhantes ao do Partido Pirata Sueco! ehehehe que fixe, um dia vou ser amigo de piratas. Será que estes piratas também labutam ao largo da Somália? Ai o proletariado pah.
sexta-feira, junho 05, 2009
Os números

1 - One
2 - Two
3 - Three
4 - Four
5 - Five
6 - Six
7 - Seven
8 - Eight
9 - Nine
10 - Ten
11 - Eleven
12 - Twelve
Um rima com Nestum;
Dois rima com bois;
Três rima com português;
Quatro rima com teatro;
Cinco rima com brinco;
Seis rima com leis;
Sete rima com filete;
Oito rima com biscoito;
Nove rima com chove;
Dez rima com rés.
Viram? Com uns números também se podem fazer posts bem giros e interessantes.
Quem contava bem era o Conde de Contar.
Infelizmente em 1996 o Conde de Contar foi morto com uma estaca no coração. Dormia calmamente no seu caixão, quando às 14h32 o Blade entrou no Castelo do Conde de Contar e o matou.
A verdade é que este simpático vampiro que contava os números, era primo-irmão do Conde Drácula e já havia mordido o pescoço a dezenas e dezenas de jovens romenos. 427 para ser mais exacto. Foi o Conde de Contar que, em 1991, transformou a simpática Guiomar, amiga do Poupas, em vampira. Em 1988, o Conde de Contar já havia mordido o pescoço do General Ramalho Eanes.
quinta-feira, junho 04, 2009
Punch drunk love (de Paul Thomas Anderson)
Barry Egan tem uma empresa que vende umas cenas de casas de banho, não me lembro bem o que era. Depois ele é muito solitário e tem umas irmãs que o chateiam muito. Tem graça que, às vezes, o Barry tem ataques de fúria.
Pronto. Mais tarde ele acaba por conhecer uma miúda chamada Lena - que aparentemente está interessada nele.
Depois o Barry telefona para uma daquelas linhas de sexo por telefone e do outro lado tentam extorquir-lhe dinheiro. Aquilo fica uma confusão do catano e os gajos chegam a andar atrás dele na rua. Ora, todas estas perseguições e cenas dos gajos da linha de sexo, acabam por complicar a relação do Barry com a Lena.
Havia uma empresa de pudins que estava a fazer uma promoção qualquer para quem comesse muitos pudins e depois aquilo juntava-se a uma outra promoção qualquer de uma companhia aérea que dava pontos por viajantes habituais. Então o Barry comprou umas paletes de pudins e podia andar de avião sem pagar pevide.
É assim que o Barry persegue a Lena, que tinha ido para o Havai (ou Hawaii). Ele teve até de pedir ajuda às suas irmãs manipuladoras para conseguir encontrar a Lena.
Depois acho que ele encontra a Lena lá e diz que foi ao Havai em negócios. Ela fica de cara torcida e depois ele acaba por confessar que foi atrás dela porque a amava.
Eles trocam uns sorrisos e isso e depois voltam para casa. Um dia iam a passear de carro e os gajos da linha erótica chocam contra o carro dele de propósito e a Lena fica ferida.
Então o Barry fica furioso e dá umas porradas nos gajos da linha erótica, que acabam por fugir.
Então ele tenta encontrar o gajo que manda no esquema da linha erótica e acaba por encontrar um gajo, que era o Dean que morava no Utah - a terra dos mormons. Então o Barry confronta-o e fica tudo bem.
Depois o Barry, já mais calmo, vai pedir desculpa à Lena que o perdoa. Então como o trabalho da Lena era andar muito tempo em viagem, o Barry disse que como podia andar de avião à borla ia estar sempre com ela. E pronto, foi o final feliz.
Esta história não se passou comigo, mas sim com um senhor que conheci. Conheci-o na TV, numa vez que aluguei o filme "Punch Drunk Love".
Embora o actor principal seja o Adam Sandler, desengane-se quem julga que o filme é para rir. Tem coisas cómicas, mas é não é para rir. É, de longe, o melhor filme do Adam Sandler.
Ah e na banda sonora está a música do Popeye, que deixo aqui em vídeo.
Eh pah, espero que não andassem a pensar ver o filme e que tenha estragado tudo... mas também o filme já é de 2002.
Pronto. Mais tarde ele acaba por conhecer uma miúda chamada Lena - que aparentemente está interessada nele.
Depois o Barry telefona para uma daquelas linhas de sexo por telefone e do outro lado tentam extorquir-lhe dinheiro. Aquilo fica uma confusão do catano e os gajos chegam a andar atrás dele na rua. Ora, todas estas perseguições e cenas dos gajos da linha de sexo, acabam por complicar a relação do Barry com a Lena.
Havia uma empresa de pudins que estava a fazer uma promoção qualquer para quem comesse muitos pudins e depois aquilo juntava-se a uma outra promoção qualquer de uma companhia aérea que dava pontos por viajantes habituais. Então o Barry comprou umas paletes de pudins e podia andar de avião sem pagar pevide.
É assim que o Barry persegue a Lena, que tinha ido para o Havai (ou Hawaii). Ele teve até de pedir ajuda às suas irmãs manipuladoras para conseguir encontrar a Lena.
Depois acho que ele encontra a Lena lá e diz que foi ao Havai em negócios. Ela fica de cara torcida e depois ele acaba por confessar que foi atrás dela porque a amava.
Eles trocam uns sorrisos e isso e depois voltam para casa. Um dia iam a passear de carro e os gajos da linha erótica chocam contra o carro dele de propósito e a Lena fica ferida.
Então o Barry fica furioso e dá umas porradas nos gajos da linha erótica, que acabam por fugir.
Então ele tenta encontrar o gajo que manda no esquema da linha erótica e acaba por encontrar um gajo, que era o Dean que morava no Utah - a terra dos mormons. Então o Barry confronta-o e fica tudo bem.
Depois o Barry, já mais calmo, vai pedir desculpa à Lena que o perdoa. Então como o trabalho da Lena era andar muito tempo em viagem, o Barry disse que como podia andar de avião à borla ia estar sempre com ela. E pronto, foi o final feliz.
Esta história não se passou comigo, mas sim com um senhor que conheci. Conheci-o na TV, numa vez que aluguei o filme "Punch Drunk Love".
Embora o actor principal seja o Adam Sandler, desengane-se quem julga que o filme é para rir. Tem coisas cómicas, mas é não é para rir. É, de longe, o melhor filme do Adam Sandler.
Ah e na banda sonora está a música do Popeye, que deixo aqui em vídeo.
Eh pah, espero que não andassem a pensar ver o filme e que tenha estragado tudo... mas também o filme já é de 2002.
As rimas de todo o ano.
Janeiro rima com bombeiro.
Fevereiro rima com jardineiro.
Março rima com disfarço.
Abril rima com corpanzil.
Maio rima com Caio (como o Caio Júnior)
Junho rima com punho.
Julho rima com debulho.
Agosto rima com rosto.
Setembro rima com Novembro.
Outubro rima com rubro.
Novembro rima com algo que não me lembro.
Dezembro rima com membro.
Fevereiro rima com jardineiro.
Março rima com disfarço.
Abril rima com corpanzil.
Maio rima com Caio (como o Caio Júnior)
Junho rima com punho.
Julho rima com debulho.
Agosto rima com rosto.
Setembro rima com Novembro.
Outubro rima com rubro.
Novembro rima com algo que não me lembro.
Dezembro rima com membro.
terça-feira, maio 05, 2009
Poquér, Poker. Tenho macaquinho, tenho um alguidar, tenho um macaquinho de pernas para o ar!
Este blog anda mesmo fraquinho. Deve ter gripe suína. Bom... deixa lá ver o que posso escrever aqui... olha vou falar de poker. Não gostam? Olha, ao menos vai sendo actualizado! Sempre é melhor que escrever sobre futebol... qualquer dia, quando não tiver mais assunto, escrevo sobre futebol. Futebol português, distrital, internacional, etc.
Recentemente temos visto um forte desenvolvimento do poker, em Portugal, principalmente da variante Texas Hold’em. Ora, não consegui resistir a experimentar. Já exprimentei também Razz.
Não sou o melhor jogador de poker (Texas Hold’em) do mundo – nem por sombras – mas há algumas coisas que já percebi.
Por exemplo?
Não apostar quando a amplitude das cartas é muito grande. Por exemplo: Rei de Ouros e 4 de espadas – atenção que se estiverem poucos jogadores na mesa o Ás, o Rei ou a Dama podem ganhar o “pot” sendo carta alta e essas mesmas cartas são bons kickers, por isso devemos ter atenção e pesar sempre as circunstâncias;
Se toda a mesa apostou antes de nós e apostou alto, é porque alguns têm um jogo alto e a maioria das cartas altas já estão na mesa;
Começam com duas cartas boas na mão, duas Damas, por exemplo, se no flop surgirem as outras duas Damas do baralho, não façam logo uma aposta brutalmente alta ou all in. Se o fizerem os outros jogadores vão perceber que têm uma ou duas damas na mão e vão desistir. Façam raises mais ou menos altos e um raise alto no river.
Ás e Rei, Ás e Valete, Ás e Dama são boas mãos para começar, mas atenção que não são nada até ao flop e mesmo aí podem tornar-se mais vazias. São mais os casos em que perdemos muito dinheiro com estes pares do que os que ganhamos alguns.
Um par de Ases é apenas um par. Dois pares de 2 e 3 ganham a um par de ases, por isso não se ponham com all in quando têm um par de Ases na mão – apenas façam all in quando os outros jogadores são fracos e vão fazer fold ao verem o vosso all in. Ah e mesmo nesse caso apenas o façam se as blinds valerem a pena.
Tentem depender o menos possível da sorte. Straights e Flushs, embora não sejam assim tão raros, não são o prato do dia.
Estudem bem a mesa e vejam quem é que arrisca mais. Normalmente, em jogos a eliminar, o jogador que se põe a fazer all in com todas as mãos que têm, é o primeiro a saltar. Se vocês tiverem um bom jogo na mão, não tenham medo do all in desse jogador. Arrisquem que normalmente ele não tem nada. Esse tipo de jogadores costuma apostar alto antes do flop com Rei/Dama ou Rei/Valete na mão e depois, se no flop não aparecer nada para eles, eles voltam a fazer raise. Não tenham medo, eles estão apenas a fazer bluff, a ser patetas ou a ter fé que virá alguma coisa boa para eles no turn ou no river. A fé não move montanhas, a certeza move.
Straight não ganha ao Flush e o Full house ganha aos dois.
Por fim…
Não apostem muito dinheiro, de preferência nenhum. No meu caso beneficiei da oferta de cinco dólares e tenho estado a gerir esse dinheiro. Já defini um rumo. Quando chegar aos $25 começo a apostar um bocadinho mais alto.
Pronto, quanto a resultados? Não tenho tido grandes resultados… Já participei em dois torneios. Fiquei em 38º (eram 210) num torneio de Razz e fiquei em 403º (eram 9000) num torneio de Hold’em.
Ah também participei em algumas mesas de dobro ou nada e acho que ganhei umas 4 ou 5 e perdi umas 2 ou 3.
domingo, abril 26, 2009
25 de Abril
Passados 35 anos do aocntecimento, penso que este seria dos feriados nacionais que faria mais sentido para os portugueses. É uma data recente (para nós historiadores) e foi vivido por tanta gente ainda com paciência para ouvir o Manuel Luís Goucha que me faz pensar: que raio porque será que as pessoas insistem a pensar neste dia como um dia em que não se trabalha?
Não vivi o 25 de Abril de 1974.
Os meus pais eram muito novos, o meu pai com 14 anos não se metia em política e isso também não era muito frequente numa aldeia do país que se vê mais Espanha que Portugal. A minha mãe tinha 7 anos e também não viu este acontecimento com olhos de análise política. A recordação que tem é das músicas que os tropas lhe ensinavam como a da gaivota ("uma gaivota voava voava...........uma papoila crescia crescia...."). Já o meu pai tem uma história engraçada. Ia ele plantar batatas com o meu avô e vê um velho lá pela aldeia aos gritos para eles: "Então ó Agostinho donde é que vais?" "vou plantar as batatas!" "plantar batatas!? a guerra já está em Lisboa, o mundo vai acabar e tu vais plantar batatas?". Às vezes até brinco com a situação.
Tirando isto pouco tenho a falar do 25 de Abril. Em miúda nunca festejei. Na escola nem me lembro de sequer dar este acontecimento. E no ISCTE? Falámos? Não tenho grande recordação também...
Há 2 anos atrás, estavamos nós portanto no 3º ano da licenciatura, eu e o Fred e a namorada dele que fazia de Pedro Ferreira, fomos para Av. da Liberdade. Comprei 1 ramo de cravos de propósito para meter um no bolso e sentir o espírito. Iamos fazer umas entrevistas para um trabalho, mas a vergonha era tanta que acabámos por não interrogar ninguém.
Descemos a Avenida...fomos ao lado dos gays....
Sim Fred, não era para ti, era mesmo para mim.
Um sorriso maroto, como quem diz: "olha olha quem é ela...."Ali estava ele de pé a fazer rastas na barba. O prof. Arsénio. Um dos pesadelos para muita gente da licenciatura.
Não venham com histórias de que ele gostava de mim e que não implicava comigo. Em 18 perguntas que fez durante numa aula, 11 delas foram para mim! Tudo porque nas primeiras aulas fui de traje, e ele reparou em mim. Uma vez até me chamou ao quadro para apontar umas zonas quaisquer da Alemanha...
Bom...findo o desfile da Avenida, rumámos para um aoutra manifestação "Movimento Não Apaguem a Memória" pela não destruição do edificio da PIDE.
Gostei do dia, principalmente desta última parte, pois era uma manifestação não só de pessoas que viveram o 25 de Abril mas também por pessoas com consciência do valor histórico.
Não me lembro do que fiz o ano passado, mas como estava em aulas provavelmente andava a fazer algum trabalho de grupo, pois lembro-me de num feriado ir para um centro comercial com o Fred e mais outro elemento omnipresente em todos os trabalho de grupo, a Sandres =)
Este ano fiquei em casa, andei nas limpezas.
Ficam aqui alguns registos fotográficos do ano em que estive mais atenta a este dia.
sexta-feira, abril 03, 2009
Entrevista rápida com… o Infante D. Henrique
Recentemente tive a oportunidade de conversar com o Infante D. Henrique. Fiquei com o número de telemóvel dele, até que mais tarde me lembrei que seria interessante fazer-lhe uma entrevista rápida para colocar o post no nosso blogue. Perguntei-lhe e ele acedeu. O combinado foi fazer-lhe umas perguntitas rápidas e leves – como costumamos ver nos jornais no Verão. Aqui fica a entrevista.
Historia MC: Qual o seu verdadeiro nome?
Infante D. Henrique: Henrique.
HMC: Então e o “Infante”?
IDH: É alcunha.
HMC: Então quer dizer que não é primo do Diogo Infante?
IDH: Não somos da mesma família. Mas olhe, a minha aia gosta muito de ver o programa dele, aquele do falar como deve ser. Sabe?
HMC: Sim, sei. É um bom programa.
IDH: Pois é, mas eu nunca tenho tempo para ver. Sabe como é que é, não é? Tenho muito para navegar e isso.
HMC: Pois, é complicado. Olhe, você veste-se sempre de preto porquê? Está de luto?
IDH: Por três motivos. Primeiro sou da Académica, depois, estou de luto pela arbitragem portuguesa e por fim porque acho que me fica bem. Faz-me parecer mau.
HMC: Diga-me, qual a sua verdadeira intenção ao enviar os navegadores portugueses a explorar a costa de África?
IDH: Foram três motivos, mas só lhe posso contar dois.
HMC: Não faz mal, conte lá.
IDH: Moamba e mulheres.
HMC: E o outro?
IDH: Lá a água da praia é mais quente.
HMC: Fazendo parte da chamada “Ínclita Geração”, qual o seu irmão favorito?
IDH: O Fernando.
HMC: Porquê o Infante D. Fernando?
IDH: Porque era o mais novo. Os outros já eram crescidos e quando chegaram ali aos 14/15 anos tornaram-se chatos.
HMC: Então e qual a sua relação com o Infante D. Pedro?
IDH: Não gostava dele.
HMC: Não? Porquê?
IDH: Ele era mais velho que eu e batia-me quando a nossa mãe se zangava com ele. Além do mais obrigava-me a ir pedir as coisas que ele não tinha coragem de pedir.
HMC: Era? Como o quê?
IDH: Ele também colava macacos do nariz na minha cama.
HMC: Eia que porcaria. Mas diga-me o que ele queria que você fosse pedir?
IDH: Sei lá! Coisas… quando queria comprar berlindes ou jogos novos para a consola… ameaçava-me e depois eu é que tinha que pedir à nossa mãe.
HMC: Você teve filhos?
IDH: Sim.
HMC: Quantos?
IDH: Uns quantos.
HMC: Então não sabe quantos?
IDH: Sei. Um.
HMC: Oh! Então porque disse “uns quantos”? Como se chama o seu filho?
IDH: Diogo Infante.
HMC: Então ainda agora disse-me que não tinha nada a ver com ele!
IDH: Esqueci-me.
HMC: Obrigado pelo seu tempo.
Historia MC: Qual o seu verdadeiro nome?
Infante D. Henrique: Henrique.
HMC: Então e o “Infante”?
IDH: É alcunha.
HMC: Então quer dizer que não é primo do Diogo Infante?
IDH: Não somos da mesma família. Mas olhe, a minha aia gosta muito de ver o programa dele, aquele do falar como deve ser. Sabe?
HMC: Sim, sei. É um bom programa.
IDH: Pois é, mas eu nunca tenho tempo para ver. Sabe como é que é, não é? Tenho muito para navegar e isso.
HMC: Pois, é complicado. Olhe, você veste-se sempre de preto porquê? Está de luto?
IDH: Por três motivos. Primeiro sou da Académica, depois, estou de luto pela arbitragem portuguesa e por fim porque acho que me fica bem. Faz-me parecer mau.
HMC: Diga-me, qual a sua verdadeira intenção ao enviar os navegadores portugueses a explorar a costa de África?
IDH: Foram três motivos, mas só lhe posso contar dois.
HMC: Não faz mal, conte lá.
IDH: Moamba e mulheres.
HMC: E o outro?
IDH: Lá a água da praia é mais quente.
HMC: Fazendo parte da chamada “Ínclita Geração”, qual o seu irmão favorito?
IDH: O Fernando.
HMC: Porquê o Infante D. Fernando?
IDH: Porque era o mais novo. Os outros já eram crescidos e quando chegaram ali aos 14/15 anos tornaram-se chatos.
HMC: Então e qual a sua relação com o Infante D. Pedro?
IDH: Não gostava dele.
HMC: Não? Porquê?
IDH: Ele era mais velho que eu e batia-me quando a nossa mãe se zangava com ele. Além do mais obrigava-me a ir pedir as coisas que ele não tinha coragem de pedir.
HMC: Era? Como o quê?
IDH: Ele também colava macacos do nariz na minha cama.
HMC: Eia que porcaria. Mas diga-me o que ele queria que você fosse pedir?
IDH: Sei lá! Coisas… quando queria comprar berlindes ou jogos novos para a consola… ameaçava-me e depois eu é que tinha que pedir à nossa mãe.
HMC: Você teve filhos?
IDH: Sim.
HMC: Quantos?
IDH: Uns quantos.
HMC: Então não sabe quantos?
IDH: Sei. Um.
HMC: Oh! Então porque disse “uns quantos”? Como se chama o seu filho?
IDH: Diogo Infante.
HMC: Então ainda agora disse-me que não tinha nada a ver com ele!
IDH: Esqueci-me.
HMC: Obrigado pelo seu tempo.
Entrevista rápida com… Jeanne-Antoinette Poisson
Na passada semana cruzei-me com Jeanne-Antoinette Poisson. Ela sorriu e julguei que era para a pessoa que estava atrás de mim. Olhei para trás e não estava lá ninguém. Fui ter com ela. Palavra puxa palavra e combinamos ir lanchar. Um lanche agradável e a “Jean” foi muito conversadora e interessante. Descobrimos que ambos gostamos de comidas que levem natas e que ela nasceu a 29 de Dezembro, tal como eu, que só não nasci porque não calhou. Somos ambos Capricórnio.
Ora, no meio de um croissant, lembrei-me de lhe perguntar se ela estaria disponível para que eu lhe entrevistasse para o nosso amoroso blogue. Ela disse que não.
Ora, no meio de um croissant, lembrei-me de lhe perguntar se ela estaria disponível para que eu lhe entrevistasse para o nosso amoroso blogue. Ela disse que não.
Escola de Segunda Oportunidade
A escola que eu tinha falado afinal existe! Não sei se se lembram, o título era Sulcos da Juventude. Encontrei um artigo na Pública, há já algumas semanas, um artigo sobre a Escola de Segunda Oportunidade em Matozinhos. Rapazes e raparigas que não estudaram porque segundo os mesmos "andaram na má vida". Os 46 alunos alunos distribuem-se pelas quatro áreas vocacionais: apoio ao lar (electricidade, canalização, construção civil), informática, multimédia e webdesign e cozinha, hotelaria e turismo, mas o projecto proporciona também aulas de artes, desporto, inglês e matemática para a vida.
O seu coordenador diz que é mais uma intervenção socio-educativa do que uma escola. Há uma equipa multidisciplinar que ajuda os jovens nas diversas áreas das suas vidas - educação, formação, família e saúde. É um projecto que conta com o apoio da rede europeia de escolas de segunda oportunidade - E2C Europe.
O relacionamento entre os aluno e os professores não é o habitual, aqui os formadores são afectuosos, compreensíveis e o mais importante ouvem os alunos. O objectivo é que os alunos aprendam algo que lhes possa ser útil na sua futura vida profissional, mas principalmente convence-los que têm qualidades e talentos. A escola dá equivalência até ao 9º ano, alguns alunos continuam a estudar, outros engessam no mundo do trabalho.
Por isso Fred como vês não és o único a quem roubam as ideias!
Também a RTP fez uma reportagem há um ou dois dias e aqui têm o link:
http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=65269&visual=3&layout=10
O seu coordenador diz que é mais uma intervenção socio-educativa do que uma escola. Há uma equipa multidisciplinar que ajuda os jovens nas diversas áreas das suas vidas - educação, formação, família e saúde. É um projecto que conta com o apoio da rede europeia de escolas de segunda oportunidade - E2C Europe.
O relacionamento entre os aluno e os professores não é o habitual, aqui os formadores são afectuosos, compreensíveis e o mais importante ouvem os alunos. O objectivo é que os alunos aprendam algo que lhes possa ser útil na sua futura vida profissional, mas principalmente convence-los que têm qualidades e talentos. A escola dá equivalência até ao 9º ano, alguns alunos continuam a estudar, outros engessam no mundo do trabalho.
Por isso Fred como vês não és o único a quem roubam as ideias!
Também a RTP fez uma reportagem há um ou dois dias e aqui têm o link:
http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=65269&visual=3&layout=10
quarta-feira, abril 01, 2009
Desemprego/Crise
A minha solução para a falta de emprego em Portugal e melhoramento da economia nacional é:
contratar "picas" para todas as estações de metro.
Se houvesse picas em todas as estações, havia muitas mais multas pagas por aquela gente que tem ténis de 1 centena de euros mas não quer pagar 1€ por um bilhete.
Esse dinheiro daria para pagar os ordenados dos "picas" e ainda daria lucro.
Nem é preciso grandes habilitações para tal serviço.
E a vossa solução?
contratar "picas" para todas as estações de metro.
Se houvesse picas em todas as estações, havia muitas mais multas pagas por aquela gente que tem ténis de 1 centena de euros mas não quer pagar 1€ por um bilhete.
Esse dinheiro daria para pagar os ordenados dos "picas" e ainda daria lucro.
Nem é preciso grandes habilitações para tal serviço.
E a vossa solução?
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